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SEM MAIS DELONGAS...

A maravilhosa CLARICE LISPECTOR escreveu uma carta para a sua irm, em Janeiro de 1948, e aqui vai um fragmento dela. Clarice para sempre.

"At cortar os defeitos pode ser perigoso - nunca se sabe qual o defeito que sustenta nosso edifcio inteiro...h certos momentos em que o primeiro dever a realizar em relao a si mesmo.... Do momento em que me resignei, perdi toda a vivacidade e todo interesse pelas coisas. ...Para me adaptar ao que era inadaptvel, para vencer minhas repulsas e meus sonhos, tive que cortar meus grilhes - cortei em mim a forma que poderia fazer mal aos outros e a mim. E com isso cortei tambm a minha fora. Oua: respeite mesmo o que ruim em voc - respeite sobretudo o que imagina que ruim em voc - no copie uma pessoa ideal, copie voc mesma - esse seu nico meio de viver...Pegue para voc o que lhe pertence, e o que lhe pertence tudo o que sua vida exige. Parece uma vida amoral. Mas o que verdadeiramente imoral ter desistido de si mesma."

Mais uma da CLARICE:"A SALVAO PELO RISCO, SEM O QUAL A VIDA NO VALE A PENA."   
                                        
                         Clarice Lispector

                      

Escrito por Ceia Sousa s 10:06:07 AM [ ] [ envie esta mensagem ]

SEM MAIS PALAVRAS ...

Escrito por Ceia Sousa s 10:34:23 PM [ ] [ envie esta mensagem ]

Objetivos de um(a) Bruxo(a)
1- Conhea a si prprio;
2- Conhea sua Arte;
3- Aprenda;
4- Aplique seus conhecimentos com sabedoria;
5- Atinja o equilbrio;
6- Mantenha suas palavras em boa ordem;
7- Mantenha seus pensamentos em boa ordem;
8- Celebre a vida;
9- Sintonize-se com os ciclos da Terra;
10- Respire e alimente-se corretamente;
11- Exercite o corpo;
12- Medite;
13- Honre a Deusa e o Deus.
A Arte das Bruxas

O Trabalho mgico de uma Bruxa ou Bruxo exige
seriedade e quatro caractersticas bsicas:

1 - SABER
a) Conhecer a si mesmo;

b) Conhecer sua arte:

* Saber o que fazer;
* Saber como fazer;
* Saber quando fazer;
* Saber quando no fazer.

c)O que voc quer realizar:
* Especificar bem o que voc vai fazer;
* Criar um sigilo com as palavras.

d)Trabalhar com moderao.


2 - QUERER

a) Acreditar em voc mesma/o;
b) Acreditar na divindade;
c) Acreditar em suas habilidades;
d) Acreditar na abundncia do Universo;
e) Ter a vontade de praticar de novo e de novo;
f) Habilidades de meditao:
* Praticar visualizao;
* Praticar relaxamento;
* Praticar um estado alterado de conscincia;
* Praticar para ser capaz de fazer rpido e certo
g) Ter em mente com muita clareza o porque voc quer realizar essa operao mgica;
h) Observar se sua vontade est corretamente direcionada:
* Observar se no vai influenciar negativamente outra pessoa;
* Observar os aspectos de no prejudicar ningum;
* Usar uma ferramenta adivinhatria para checar se seus planos so vlidos, se est numa boa hora de p-los em prtica.

3 - OUSAR
a) Ter a coragem de mudar as circunstncias;
b) Ter a coragem de controlar seu ambiente;
c) Ser responsvel por suas aes;
d) Escolher o melhor curso de ao para o trabalho a ser feito.

4 - CALAR
a) Aprender a manter a boca fechada antes do trabalho;
b) Aprender a manter a boca fechada enquanto espera pelos resultados;
c) Aprender a manter a boca fechada depois do trabalho:
* Proteger sua confiana;
* Proteger sua reputao;
* Proteger sua energia.
 

Escrito por Ceia Sousa s 09:00:39 PM [ ] [ envie esta mensagem ]

ARQUITETURA INTERNA

A vida de uma pessoa consiste num conjunto de acontecimentos no qual o ltimo - e, quando desagradvel - o que mais pesa e pode mesmo mudar o sentido de todo o conjunto - de toda uma vida, no porque conte mais do que os precedentes mas porque, uma vez includos na vida, os acontecimentos dispem-se segundo uma ordem que no cronolgica mas que corresponde a uma arquitetura interna. Uma pessoa, por exemplo, l na idade madura um livro importante para ela, que a faz dizer: 'Como poderia viver sem o ter lido!' e ainda: 'Que pena no o ter lido quando era jovem!'. Pois bem, estas afirmaes no fazem muito sentido, sobretudo a segunda, porque a partir do momento em que ela leu aquele livro, a sua vida torna-se a vida de uma pessoa que leu aquele livro, e pouco importa que o tenha lido cedo ou tarde, porque at a vida que precede a leitura assume agora uma forma marcada por aquela leitura. Mas temos o hbito de dar enorme valor ao que mais recentemente nos aconteceu; principalmente, se foi algo desagradvel. Fazer o qu. Coisas de ser humano.

                                  

Escrito por Ceia Sousa s 11:52:45 AM [ ] [ envie esta mensagem ]

RECEBI A NOTCIA DE QUE A IRM DE MINHA PRIMA HAVIA FALECIDO. POIS , MESMO QUE DISTNCIA, ACOMPANHEI SUA LUTA - UMA VITORIOSA.

MAS..ESSA TAL DE MORTE SEMPRE MOSTRA SUA CARA. MAL ACEITA, MAL DIGERIDA, MAS SEMPRE EXERCE SUA FUNO.

O POST DE HOJE PARA ELA. FIQUE NA PAZ !!!

Partida e Chegada                                                                   

Quando observamos, da praia, um veleiro afastar-se da costa, navegando mar adentro, impelido pela brisa matinal, estamos diante de um espetculo de beleza rara.
O barco, impulsionado pela fora dos ventos, vai ganhando o mar azul e nos parece cada vez menor.
No demora muito e s podemos contemplar um pequeno ponto branco na linha remota e indecisa, onde o mar e o cu se encontram.
Quem observa o veleiro sumir na linha do horizonte, certamente exclamar: "j se foi".
Ter sumido? Evaporado? No, certamente.
Apenas o perdemos de vista.
O barco continua do mesmo tamanho e com a mesma capacidade que tinha quando estava prximo de ns. Continua to capaz quanto antes de levar ao porto de destino as cargas recebidas.
O veleiro no evaporou, apenas no o podemos mais ver.
Mas ele continua o mesmo. E talvez, no exato instante em que algum diz: "j se foi", haver outras vozes, mais alm, a afirmar:
"L vem o veleiro"!!!
Assim a morte.
Quando o veleiro parte, levando a carga preciosa de um amor que nos foi caro, e o vemos sumir na linha que separa o visvel do invisvel, dizemos: "j se foi".
Ter sumido? Evaporado? No, certamente.
Apenas o perdemos de vista.
O ser que amamos continua o mesmo, suas conquistas persistem dentro do mistrio divino.
Nada se perde, a no ser o corpo fsico de que no mais necessita. E assim que, no mesmo instante em que dizemos: "j se foi", no alm, outro algum dir: "j est chegando".
Chega ao destino levando consigo as aquisies feitas durante a vida.
Na vida, cada um leva sua carga de vcios e virtudes, de afetos e desafetos, at que se resolva por desfazer-se do que julgar desnecessrio.
A vida feita de partidas e chegadas.
De idas e vindas.
Assim, o que para uns parece ser a partida, para outros a chegada.
Assim, um dia, todos ns partimos como seres imortais que somos todos ns ao encontro daquele que nos criou.          

                                 

                                            

 

Escrito por Ceia Sousa s 09:58:45 PM [ ] [ envie esta mensagem ]

ESTA PARA A ANGEL DA SCHEILLA - BOA SORTE, MENINA.

Sorte tem quem acredita nela...

Ao longo dos milnios, o ser humano descobriu e tem comprovado que, de alguma forma, h como manipular as foras da natureza, desviando as energias negativas para longe de si, de preferncia sobre seus inimigos, canalizando as energias positivas para si.

As gemas, os metais, as conchas e muitos outros materiais tornaram-se amuletos preciosos pois, uma vez descoberto o segredo, fazem a ligao entre o ser humano e a realizao, de alguma forma, de suas aspiraes mais secretas de se sobressair aos demais.

Entre os povos antigos, o quartzo pessoal tinha um poder to grande que no podia ser tocado por terceiros em hiptese alguma. Os alquimistas analisaram as propriedades mgicas do cristal em associao com outros metais, como o ouro e a prata, elaborando talisms de alto poder, capaz de atrair a sorte ou expulsar o azar, atingindo um alto grau de eficincia nisso. Amuletos e talisms criados naquela poca ainda hoje circulam pelo mundo inteiro, enfeitando os pescoos de muitos leigos que desconhecem seu verdadeiro poder.

Os orientais at hoje usam como pedra da sorte aquelas gemas de luminosidade faiscante, como a safira, o olho-de-gato e a opala. O olho-de-gato, uma variedade do crisoberilo, utilizado pelos nativos do Ceilo. A adulria venerada na ndia.

O homem tambm descobriu muito cedo que as plantas tm poderes curativos e protetores contra foras negativas, como o caso da arruda, da comigo-ningum-pode e do alecrim, usados para afastar o azar. Banhos com ervas apropriadas tm poderes fantsticos e sempre comprovados.

Outras substncias, como o sal grosso e o vinagre so respeitadas no combate ao azar, assim como o acar, o mel e as frutas em geral o so para atrair a sorte.

Percebeu ainda o homem que os deuses bafejavam com a sorte seus eleitos e que era preciso fazer de tudo para cair nas suas graas. Por isso, eu concluo que a grande mxima Crstica ainda a grande Verdade:

"Peas e sers atendido!" (A harmonia vem para aquelesque tmboa vontade - homens e mulheres de boa vontade).

Acredite verdadeiramente e encontrar o que busca, j que somente de voc e de seus prprios atos depende a sua felicidade.

Escrito por Ceia Sousa s 10:55:39 AM [ ] [ envie esta mensagem ]